quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

PIO XII, O PAPA PRÓ JUDEUS - 2

fender abertamente nossos direitos e a dignidade humana... Quando estávamos ameaçados de deportação para a Polônia, em 1942, Vossa Santidade estendeu sua mão paternal para nos proteger, e deteve a transferência dos judeus internados na Itália, com isto salvando-nos da morte quase certa. Com profunda confiança e esperança de que a obra de Vossa Santidade será coroada com sucesso continuado, expressamos nossos agradecimentos de coração e rogamos ao Todo-Poderoso: Que Vossa Santidade possa reinar por muitos anos na Santa Sé e exercer sua benéfica influência sobre o destino das nações.”
Poucos meses depois, o Congresso Judaico Mundial enviou um telegrama à Santa Sé, agradecendo pela proteção dada “sob condições difíceis, aos judeus perseguidos na Hungria sob domínio alemão”.
O rebino-chefe de Jerusalém, Isaac Herzog, disse: “Agradeço ao Papa e à Igreja, do fundo do meu coração, por toda a ajuda que nos deram.”
Moshe Sharett, um eminente sionista, resumiu assim sua entrevista pessoal com o Papa: “Eu disse a ele que meu primeiro dever era agradecer-lhe, e através dele a toda a Igreja Católica, em nome do público judeu, por tudo o que fizeram em todos os países para resgatar judeus -- para salvar as crianças e os judeus em geral. Estamos profundamente agradecidos à Igreja Católica pelo que ela fez naqueles países para salvar nossos irmãos.”
O Dr. Leon Kubowitzky, do Conselho Mundial Judaico, ofereceu uma vasta doação em dinheiro ao Vaticano, “em reconhecimento pela obra de Santa Sé ao resgatar judeus das perseguições fascista e nazista”.
Raffaele Cantoni, do Comitê Judaico de Bem-Estar Social da Itália, afirmou: “A Igreja Católica e o papado deram prova de que salvaram tantos judeus quanto puderam".
Essas nobres e comoventes palavras requerem poucos comentários. Registro-as aqui em honra de Pio XII, da Igreja Católica e dos homens bons que as pronunciaram.

PIO XII, O PAPA PRÓ JUDEUS.



Meus irmãos Católicos quantas vezes vocês tiveram que escutar a mentira satânica de que o Santo Padre (Pio XII) apoiou o Nazismo e Adolf Hitler?
Primeiramente essa mentira é desmascarada pela própria comunidade Judaica agradecendo o Santo Padre por ter se colocado em defesa dos Judeus contra o Nazismo da melhor forma possível, onde muitas vezes nossos sacerdotes correram até sacrificaram suas vidas. 
Essa placa foi doada no ano 1946 pelos Judeus ao Papa Pio XII
Tradução: “Os judeus para Sua Santidade Pio XII”. 
”O Congresso dos Delegados das comunidades israelitas italianas, realizado em Roma, pela primeira vez após a Libertação, é obrigado a pagar tributo a Sua Santidade, e, para manifestar o mais profundo sentimento de gratidão de todos os judeus, por mostrar a Fraternidade humana da Igreja durante os anos de perseguição e quando suas vidas foram postas em perigo pelas atrocidades nazi-fascistas. Muitas vezes, sacerdotes suportaram prisões e campos desconcentração e até mesmo sacrificaram as suas vidas para ajudar os judeus. Essa prova que o sentimento de bondade e caridade que ainda conduz o justo tem servido para diminuir a vergonha das indignidades suportadas, o suplício sofrido das perdas de milhões de seres humanos. Israel ainda não terminou o sofrimento: Os judeus sempre lembrarão o que a Igreja, sob ordens do papa, fez por eles naquele momento terrível”

Moção aprovada pelo Terceiro Congresso da Comunidade Israelita Italiana realizado em março de 1946.
  
Ainda acabando com essa mentira foi descoberto em 2009 um plano de Adolf Hitler com intenção de assassinar o Santo Padre durante a II Guerra Mundial.”O Congresso dos Delegados das comunidades israelitas italianas, realizado em Roma, pela primeira vez após a Libertação, é obrigado a pagar tributo a Sua Santidade, e, para manifestar o mais profundo sentimento de gratidão de todos os judeus, por mostrar a Fraternidade humana da Igreja durante os anos de perseguição e quando suas vidas foram postas em perigo pelas atrocidades nazi-fascistas. Muitas vezes, sacerdotes suportaram prisões e campos desconcentração e até mesmo sacrificaram as suas vidas para ajudar os judeus. Essa prova que o sentime
CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 16 de junho de 2009 (ZENIT.org).
Hitler queria seqüestrar ou matar Pio XII, segundo confirmam novos testemunhos históricos revelados nesta terça-feira.
Dados sobre este objetivo já haviam sido oferecidos no passado. Em 1972, havia falado dele o general da SS, (Karl Wolf), ao referir detalhes sobre um encontro que teve com o Papa (Eugenio Pacelli) “no dia 10 de maio de 1944”. No entanto, é a primeira vez que se recolhem detalhes concretos sobre o plano de eliminação do pontífice.
Nesta terça-feira, o jornal italiano “Avvenire” publicou um testemunho histórico que confirma o plano organizado contra o Papa pelo “Reichssicherheitsamt” (quartel general para a segurança do Reich) de Berlim, “depois de 25 de julho de 1943”.
O jornal cita uma fonte direta e testemunhal, (Niki Freytag von Loringhoven), de 72 anos, residente em Munique, filho de (Wessel Freytag von Loringhoven), quem então era coronel do Alto Comando Alemão das Forças Armadas (Oberkommando der Wehrmacht, OKW), e depois participaria de um falido golpe contra (Hitler).
Segundo (Freytag von Loringhoven), “nos dias 29 e 30 de julho de 1943”, houve em Veneza um encontro secreto para informar ao chefe de contra espionagem italiano, o general (Cesare Ame), da intenção do Führer de punir os italianos pela prisão (Mussolini), com o seqüestro ou o assassinato de (Pio XII) e do rei da Itália.
No encontro participaram o chefe de Ausland-Abwehr (contra espionagem), o almirante (Wilhelm Canaris), e dois coronéis da seção II para a sabotagem, (Erwin von Lahousen) e precisamente (Wessel Freytag von Loringhoven).
Segundo Avvenire, este testemunho concorda com a deposição de (Erwin von Lahousen) no processo de “Nurembergue de 1º de fevereiro de 1946” (Warnreise Testimony 1330-1430), no qual inclusive revela a reação de (Freytag von Loringhoven) ao conhecer o plano de Hitler:
“É uma autêntica covardia!”.
O chefe de contra espionagem italiano, (Ame), segundo este testemunho histórico, ao voltar a Roma após conhecer as intenções de Hitler em Veneza, divulgou a notícia dos planos contra o Papa para bloqueá-los. Estas notícias chegaram ao embaixador da Alemanha na Santa Sé, (Ernst von Weisäcker),
Quem as recolhe em seu livro: Erinnerungen (“Lembranças”), de 1950.

QUANDO A IGREJA ALEMÃ EXCOMUNGOU O NAZISMO

Importante descoberta da “Pave the Way Foundation

Por: (Antonio Gaspari).
NOVA YORK, quinta-feira, 1º de outubro de 2009 (ZENIT.org).
Nada de "Papa de Hitler". Nada de colaboradores voluntários do nazismo. Alguns documentos encontrados na Alemanha pela “Pave the Way Foundation” (PTWF) provam que, “desde setembro de 1930”, os bispos católicos haviam excomungado o Partido Nazista de (Hitler).
Nos documentos achados por (Michael Hesemann), colaborador da (PTWF), consta que, “em setembro de 1930”, três anos antes que (Adolf Hitler) subisse ao poder, a arquidiocese de “Mogúncia” condenou de forma pública o Partido Nazista. 

Segundo as normas publicadas pelo Ordinário de “Mogúncia”, estava:
"proibido a qualquer católico inscrever-se nas filas do Partido Nacional-Socialista de Hitler".
"Aos membros do partido hitleriano não era permitido participar de funerais ou de outras celebrações católicas similares."
"Enquanto um católico estivesse inscrito no partido hitleriano, não podia ser admitido aos sacramentos."
A denúncia da arquidiocese de “Mogúncia” foi publicada em primeira página pelo L'Osservatore Romano, em um artigo de “11 de outubro de 1930”. 
O título do artigo é:
"Partido de Hitler condenado pela autoridade eclesiástica".
Nele se declarava a incompatibilidade da fé católica com o (nacional-socialismo).
Nenhuma pessoa que se declarasse católica podia converter-se em membro do partido nazista, sob pena da exclusão dos sacramentos.
”Em fevereiro de 1931”, a diocese de Munique confirmou a incompatibilidade da fé católica com o Partido Nazista.
”Em março de 1931”, também a diocese de Colônia, Parderborn e as das províncias de Renânia denunciaram a ideologia nazista, proibindo de forma pública qualquer contato com os nazistas.
Indignados e furiosos pela excomunhão emitida pela Igreja Católica, os nazistas enviaram (Hermann Göring) a Roma com a petição de audiência com o secretário de Estado (Eugenio Pacelli). “No dia 30 de abril de 1931”, o cardeal (Pacelli) rejeitou encontrar-se com (Göring), que foi recebido pelo subsecretário, (Dom Giuseppe Pizzardo), que tinha a tarefa de anotar tudo o que os nazistas pediam.
”Em agosto de 1932”, a Igreja Católica excomungou todos os dirigentes do Partido Nazista. Entre os princípios “anticristãos” denunciados como hereges, a Igreja mencionava explicitamente as teorias étnicas e o racismo. 

Também “em agosto de 1932”, a Conferência Episcopal alemã publicou um documento detalhado no qual eram dadas instruções de como relacionar-se com o Partido Nazista. Nele, estava escrito que era absolutamente proibido aos católicos que fossem membros do Partido Nacional-Socialista. Quem desobedecesse, seria imediatamente excomungado.
Também estava escrito que:
"Todos os Ordinários declararam ilícito pertencer ao Partido Nazista, porque as manifestações de numerosos chefes e publicitários do partido têm um caráter hostil à fé e são contrárias às doutrinas fundamentais e às indicações da Igreja Católica".
“Em janeiro de 1933”, (Adolf Hitler) chegou ao poder e as associações católicas alemãs difundiram um folheto intitulado:
"Um convite sério em um momento grave, no qual consideravam a vitória do Partido Nacional-Socialista como um desastre para o povo e para a nação”.
”No dia 10 de março de 1933”, a Conferência Episcopal alemã, reunida em Fulda, enviou um apelo ao presidente da Alemanha, o general (Paul L. von Beneckendorff und von Hindenburg), expressando:
"Nossas preocupações mais graves, que são compartilhadas por amplos setores da população".
Os bispos alemães se dirigiram a (von Hindenburg) manifestando seu temor de que os nazistas não respeitassem o santuário da Igreja e a posição da Igreja na vida pública. Por isso, pediram ao presidente uma urgente proteção da Igreja e da vida eclesiástica. 
Os bispos católicos haviam previsto isso, mas não foram escutados. 
Os documentos encontrados pela (PTWF) são de notável importância porque põem um fim às repetidas calúnias que pretenderam manchar a Igreja Católica como diligente colaboradora do nazismo, quando na verdade foi a primeira em denunciar sua periculosidade.

Papa Pio XII salvou 11.000 judeus romanos.

Dados publicados pela fundação (Pave the Way). 

Por: Jesús Colina.

Conforme documentação descoberta recentemente por historiadores, a ação direta do papa Pio XII salvou a vida de mais de 11.000 judeus em Roma durante a II Guerra Mundial.

O representante da fundação Pave the Way na Alemanha, o historiador e pesquisador (Michael Hesemann), descobriu muitos documentos originais de grande importância ao pesquisar os arquivos da igreja de Santa Maria dell'Anima, a igreja nacional da Alemanha em Roma.
A Pave the Way, com sede nos Estados Unidos, fundada pelo judeu (Gary Krupp), anunciou o achado em declaração enviada a ZENIT.
Muitos criticaram Pio XII por guardar silêncio durante as prisões e quando os trens partiram de Roma com 1.007 judeus, que foram enviados para o campo de concentração de Auschwitz”.
Declarou Krupp.
Os críticos não reconhecem nem sequer a intervenção direta de Pio XII para dar fim às prisões, em 16 de outubro de 1943”.

“Novos achados provam que Pio XII agiu diretamente nos bastidores para impedir as prisões às 2 horas da tarde do mesmo dia em que elas começaram, mas não conseguiu deter o trem que tinha aquele destino tão cruel
”.
Acrescentou. 

Segundo um estudo recente do pesquisador (Dominiek Oversteyns), havia em Roma 12.428 judeus no dia 16 de outubro de 1943. 

A ação direta do papa Pio XII salvou a vida de mais de 11.400 judeus”.
Explica Krupp.
Na manhã de 16 de outubro de 1943, quando o papa soube da prisão dos judeus, enviou imediatamente um protesto oficial vaticano ao embaixador alemão, que sabia que não teria resultado algum. O pontífice mandou então seu sobrinho, o príncipe Carlo Pacelli, até o bispo austríaco Alois Hudal, cabeça da igreja nacional alemã em Roma, que, conforme relatos, tinha boas relações com os nazistas. O príncipe Pacelli disse a Hudal que tinha sido enviado pelo papa e que Hudal devia escrever uma carta ao governador alemão de Roma, o general Stahel, pedindo que as prisões fossem canceladas”.

A carta do bispo (Hudal) ao (Generale Stahel) dizia:
Precisamente agora, uma fonte vaticana [...] me informou que nesta manhã começou a prisão dos judeus de nacionalidade italiana. No interesse de um diálogo pacífico entre o Vaticano e o comando militar alemão, peço-lhe urgentemente que dê ordem para parar imediatamente estas prisões em Roma e nas regiões circundantes. A reputação da Alemanha nos países estrangeiros exige esta medida, assim como o perigo de que o papa proteste abertamente”.

A carta foi entregue em mãos ao general (Stahel) por um emissário de confiança do papa Pio XII, o sacerdote alemão (Pancratius Pfeiffer), superior geral da Sociedade do Divino Salvador, que conhecia (Stahel) pessoalmente.

Na manhã seguinte, o general respondeu ao telefone:
Transmiti imediatamente a questão à Gestapo local e a Himmler pessoalmente. E Himmler ordenou que, considerado o status especial de Roma, as prisões sejam interrompidas imediatamente”. 

Estes fatos são confirmados também pelo testemunho obtido durante a pesquisa do relator da causa de beatificação de Pio XII, o padre jesuíta (Peter Gumpel). 

(Gumpel) declarou ter falado pessoalmente com o general (Dietrich Beelitz), que era o oficial de ligação entre o escritório de (Kesselring) e o comando de Hitler. O general (Beelitz) ouviu a conversa telefônica entre (Stahel) e (Himmler) e confirmou que o general (Stahel) tinha usado com (Himmler) a ameaça de um fracasso militar se as prisões continuassem. 

Institutos religiosos isentos de inspeções nazistas

Outro documento:
As ações para salvar inumeráveis pessoas da nação judaica
Afirma que o bispo (Hudal) conseguiu, através dos contatos com (Stahel) e com o coronel (Von Veltheim), que:
550 instituições e colégios religiosos ficassem isentos de inspeções e visitas da polícia militar alemã”.
Só numa destas estruturas, o Instituto San Giuseppe, 80 judeus estavam escondidos. 

A nota menciona também a participação “em grande medida” do príncipe (Carlo Pacelli), sobrinho de Pio XII:
Os soldados alemães eram muito disciplinados e respeitavam a assinatura de um alto oficial alemão... Milhares de judeus locais em Roma, Assis, Loreto, Pádua e outras cidades foram salvos graças a esta declaração”. 

(Michael Hesemann) afirma que é óbvio que qualquer protesto público do papa quando o trem partiu teria provocado o recomeço das prisões. 

Ele ainda explica que a fundação Pave the Way tem no seu site a ordem original das SS de prender 8.000 judeus romanos, que deveriam ser enviados para o campo de trabalho de Mauthausen e ser retidos como reféns, e não para o campo de concentração de Auschwitz. Pode-se pensar que o Vaticano acreditasse em negociar a libertação deles.

Soube-se também que o Vaticano reconheceu que o bispo (Hudal) ajudou alguns criminosos de guerra nazistas a fugir da prisão no fim do conflito.

Por causa de sua postura política, o bispo era persona non grata no Vaticano, e foi repreendido por escrito pelo secretário de Estado vaticano, o cardeal (Giovanni Battista Montini) futuro papa Paulo VI, por sugerir que o Vaticano ajudasse os nazistas a fugir.

(Gary Krupp), diretor geral da Pave the Way, comentou que a fundação:
investiu grandes recursos para obter e difundir publicamente todas estas informações para historiadores e peritos. Curiosamente, nenhum dos maiores críticos do papa Pio XII se deu ao trabalho de vir até os Arquivos Vaticanos abertos (e abertos completamente, desde 2006, até o ano de 1939) para fazer estudos originais. Também não consultaram o nosso site gratuito”.

(Krupp) afirma ter a sincera esperança de que os representantes dos peritos da comunidade judaica romana pesquisem o material original, que se encontra a poucos passos de sua casa.

Creio que descobriram que mesma existência hoje da que o papa Pio XII chamava ‘esta vibrante comunidade’ deve-se aos esforços secretos deste papa para salvar cada vida”.
Disse:
Pio XII fez o que pôde, quando estava sob a ameaça de invasão, de morte, cercado por forças hostis e com espiões infiltrados”.

(Elliot Hershberg), presidente da Pave the Way Foundation, acrescenta:
No serviço de nossa missão, nos empenhamos em tentar oferecer uma solução para esta controvérsia, que atinge mais de 1 bilhão de pessoas”.

Temos usado nossos links internacionais para obter e inserir em nosso site 46.000 páginas de documentos originais, artigos originais, testemunhos oculares e entrevistas com especialistas para oferecer esta documentação pronta a historiadores e especialistas.

A publicidade internacional deste projeto tem levado, a cada semana, nova documentação, que mostra como estamos nos movendo para eliminar o bloqueio acadêmico que existe desde 1963.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Bíblia X Moral Vitoriana

Bíblia X Moral Vitoriana.

“Por mais mistério que você faça no final as pessoas sempre descobrem quem realmente você é”.
  Lord Henry Wotton

Enviei para um jovem amigo do Facebook  como presente de Natal  um exemplar da “ Bíblia na Linguagem de Hoje” e  o livro O Retrato de Dorian Gray (no original em inglês, The Picture of Dorian Gray) romance publicado por Oscar Wilde, considerado um dos grandes escritores  do século XIX.
Enviei por quê?
I – A Bíblia porque considero mais fácil para doutrinação, portanto para o entendimento, a versão da “Linguagem de Hoje” e o jovem amigo do Facebook quer ler sobre o Apocalipse, além do que é na Bíblia que encontramos nosso condigo de conduta, nossa ética, nossa moral;
II – O jovem amigo do Facebook é um apaixonado pela Inglaterra e por isso tem que conhecer a base da sociedade inglesa, base esta que foi sedimentada pela Elite Vitoriana.
Como sabemos foi a Eliete Vitoriana que construiu o Império Britânico, e em sendo assim ele passará a entender o verdadeiro “Espirito da Old Albion”, afinal dela “um Canal Separa O Mundo” como nos revela Caio de Freitas.
O Retrato de Dorian Gray  é um “romance, de forte cariz estético, conta a história fictícia de um homem belo jovem chamado Dorian Gray na Inglaterra aristocrática e hedonista do século XIX, que torna-se modelo para uma pintura do artista Basil Hallward”.
Outro personagem importante do romance é “Lord Henry Wotton, um aristocrata cínico e hedonista típico da época e grande amigo de Basil, conhece Dorian e o seduz para sua visão de mundo, onde o único propósito que vale a pena ser perseguido é o da beleza e do prazer: No entanto, segundo Henry, a beleza é efêmera”.
A certa altura o Lord revela a Dorian “ que quando a mocidade passar, a sua beleza ir-se-á com ela; então o senhor descobrirá que já não o aguardam triunfos, ou que só lhe restam as vitórias medíocres que a recordação do passado tornará mais amargas que destroçadas".
“Dorian é um jovem que se envaidece de si mesmo, que se torna amante de si mesmo e ao ver-se em seu retrato finalmente pronto, exaspera-se” e diz olhando o quadro:
"Eu irei ficando velho, feio, horrível. Mas este retrato se conservará eternamente jovem. Nele, nunca serei mais idoso do que neste dia de junho... Se fosse o contrário! Se eu pudesse ser sempre moço, se o quadro envelhecesse!... Por isso, por esse milagre eu daria tudo! Sim, não há no mundo o que eu não estivesse pronto a dar em troca. Daria até a alma!".
Com isso, com este pacto, por ter vendido sua alma, “não há redenção naquele jovem, mesmo quando acaba por querer mudar de vida, já que o faz pelo fato novidade, pelo amor ao novo, à arte de viver...”.
Sabemos que o hedonismo (do grego hedonê, "prazer", "vontade") é uma doutrina filosófico-moral que afirma que o supremo bem da vida humana é o Prazer, e que numa concepção mais ampla de Prazer se entende a  Felicidade para o maior número de pessoas.
Neste contexto a Felicidade é uma enorme alegria, um contentamento incontido, um entusiasmo sem fim, uma grande jovialidade, não levando em conta as agruras da vida.
Enfim:
O livro é um dos clássicos modernos da Literatura Ocidental e é considerado como um dos mais fiéis retratos da famosa “Moral Vitoriana”.
Na época de sua publicação gerou uma grande polêmica, já que se tornou “símbolo da juventude intelectual "decadente" da época e de suas críticas à cultura vitoriana” e por seu conteúdo ter sido considerado por parte da critica inglesa como homoerótico, esquecendo-se os críticos que nada mais homoerótico do que a educação da Classe Dominante Britânica ate os nossos dias, aos dias de hoje.
Sabedor disto Oscar Wilde escreveu no prefácio:
"Não existe livro moral ou amoral. Os livros são bem ou mal escritos. Eis tudo”.
Concluo:
Não me arrependo em ter dado de presente de Natal ao meu jovem amigo do Facebook estes dois livros mais do que famosos, os mais lidos no planeta, pois um serve de antídoto para o outro, nesta luta da moral cristã contra a moral vitoriana hedonista e homoerótica.

Jorge Eduardo.


O RETRATO...

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

NOVA ERA X CRISTIANISMO

A FRATERNIDADE DO CORAÇÃO É UM RAMO DA NOVA ERA

“O dogma e a identidade religiosa não são importantes, mas sim o conteúdo espiritual”.
Esta declaração dos seguidores da seita Nova Era, por si só, representa uma apostasia.
“Apostasia (em grego antigo απόστασις [apóstasis], "estar longe de") tem o sentido de um afastamento definitivo e deliberado de alguma coisa, uma renúncia de sua anterior fé ou doutrinação”.
Na Igreja Católica Apostólica Romana:
“Segundo o Código de Direito Canônico de 1983 e atualizado em 2009, apostasia é o repúdio total à fé cristã, que difere do cisma que é a recusa em submeter-se à autoridade do Papa ou à comunhão com os membros da Igreja a ele sujeitos. Ainda segundo o Código de Direito Canónico, o apóstata da fé incorre em excomunhão latae sententiae”.
Apostasia, no protestantismo, é uma igreja ou indivíduo que se aderiu ao mundanismo e aos costumes seculares, substituindo os princípios de Deus”.
A Nova Era trás no seu bojo doutrinário uma mudança de mentalidade que “provocará nos seres humanos uma expressão (ou "despertar") de consciência, desligando as pessoas do cristianismo”. E EU NÃO CONCORDO COM ISSO.
EU NÃO SOU APÓSTATA.

O que é a Nova Era?
É uma teologia ou uma "filosofia de vida" de bem-estar, tolerância universal.
A Nova Era pretende realizar o que seu o nome indica: “derramamento de água” ou “era de aquários” sobre o mundo, para simbolizar a vinda de um novo “espírito” ou “nova mentalidade”.
Essa nova Era é assim denominada, porque pretende suplantar a "Velha Era", a Era de Peixes, uma referência ao cristianismo, uma vez que o peixe é símbolo do Cristão.

Esta “nova mentalidade” provocará nos seres humanos uma expressão (ou "despertar") de consciência, desligando as pessoas do cristianismo.
Para auxiliar neste processo, algumas psicotécnicas também podem ser empregadas, tais como: Tarô, Yoga, Meditação, Mapa Astral, Gurus, Esoterismo, novas culturas, orações, jogo de Búzios, pirâmides, cristais, numerologia, Gnose, Teosofia, Acupuntura, Homeopatia, Fitoterapia, Pacifismo, Rebieth, Channellins, Sincretismo, busca interior, livros de autoajuda, magia, predição, novo pensamento etc., e esta iluminação deverá possibilitar uma vida com menos dificuldades e menos problemas.

No âmbito religioso misturam também princípios filosóficos e místicos. Alguns instrumentos usados para esses fins são as pirâmides, filosofias orientais, energias cósmicas, cristais energéticos, amuletos, pensamentos positivos, esoterismo (cabala, horóscopo, mantra, mapa astral, Yoga, relaxamento, “ecologia”, aura em harmonia com o corpo, Yin Yang).
O oculto, o misterioso, o esoterismo, a astrologia, destino, medicina alternativa com filosofias, estrelas influenciando as nossas atitudes, livros de auto-ajuda...
Tudo isso faz parte da Nova Era.
Esse movimento se sustenta em 4 pilares (Subestrutura científica, O uso de “doutrinas” das religiões orientais, Nova Psicologia e Astrologia). Dentro do prisma da "Nova Era" está a uniformização, principalmente a do sistema econômico; as “leis” da globalização, como percebemos em nossos dias, estão envolvidas nesse processo.
Algumas pessoas, principalmente de religiões cristãs, afirmam que o movimento "Nova Era" não passa de uma fraude, a qual prepara o terreno para o surgimento do Anticristo, onde serão unificadas as religiões. ( grifo meu)
Sim, é uma fraude, como o são muitas das seitas ditas cristãs, que pululam por este mundo de meu Deus.
A Fraternidade do Coração – Casa de Cura e Expansão da Consciência Universal - é um ramo da Nova Era.
Nos chamados “Rituais” – onde filosofias, o oculto, o misterioso, o esoterismo, a astrologia, destino, medicina alternativa são misturados – o cristão é levado a cometer apostasia muitas vezes inconscientemente, já que procura nestes momentos a “cura“ para suas aflições.
É uma tristeza.
São engodados, como engodados são aqueles que frequentam estas “igrejas neo- pentecostais” que pregam a “Teologia da Prosperidade”.
No site desta seita está escrito:

“Casa de Cura e Expansão da Consciência Universal "Fraternidade do Coração" - Viva a Luz Fluente Universal do Santo Daime!”.

O que é o Daime?
“Consiste em uma doutrina espiritualista que tem como base o uso sacramental de uma bebida enteógena (um chá) que, para os psiquiatras, é uma droga psicodélica, a ayahuasca”.
Trocando em miúdos:
É uma seita em que a turma toma um chá em suas reuniões, para ficarem todos DOIDÕES e dizem que fazem isso para “obter sabedoria”.
CONVERSA FIADA.
QUEREM MESMO É SE DROGAR DE MANEIRA SOCIALEMNTE ACEITÁVEL AOS OLHOS DOS INCAUTOS.

Esta seita, em seu processo de engodo, criou um PAI NOSSO – ARAMAICO, do livreto do estudioso Neil Douglas-Klotz, “Orações do Cosmo”,  que é um acinte à ORAÇÃO DO SENHOR que está transcritas nas Escrituras Sagradas, na Bíblia; vamos a ela:
Ó Fonte da Manifestação! Alento da vida!
Pai-Mãe do Cosmo!
Faze Tua Luz brilhar dentro de nós,
para que possamos torná-la útil.
Ajuda-nos a seguir nosso caminho
movidos apenas pelo sentimento que emana de Ti.
Que nosso eu possa estar em sintonia contigo,
para que caminhemos com realeza com todos
os outros seres criados.
Estabelece Teu Reino de unidade agora.
Que Teu desejo e os nossos sejam um só,
em toda a luz, assim como em todas as formas.
Dá-nos o que precisamos cada dia, em pão e compreensão.
Desfaz os laços dos erros que nos prendem,
assim como nós soltamos as amarras que mantemos da culpa dos outros.
Não permita que a superficialidade e a aparência das coisas do mundo nos iludam.
Mas liberta-nos de tudo que nos aprisiona.
E não nos deixe sermos tomados pelo esquecimento
de que de ti nasce a vontade que tudo governa,
o poder e a força viva de todo movimento,
e a melodia que tudo embeleza
e de idade em idade tudo renova.
Amém.

Ora, já começa com um deus “Pai-Mãe do Cosmo!” e isso me basta para considerá-la bastarda, espúria, uma falácia, um fato capcioso que induz a erro.
Aramaico era língua falada na Judeia em tempos de Jesus.
Contudo, a primeira das versões escritas da Bíblia – a Septuaginta - é uma  versão da Torá (Bíblia hebraica) para o grego koiné, que, de acordo com o historiador judeu Flávio Josefo, foi realizada pelos sábios judeus no século III a.C.
“A versão dos Setenta (ou Septuaginta, palavra latina que significa setenta, ou ainda LXX), pois setenta e dois rabinos (seis de cada uma das doze tribos) trabalharam nela e, segundo a história, teriam completado a tradução em setenta e dois dias”.
“A Septuaginta, desde o século I, é a versão clássica da Bíblia hebraica para os cristãos de língua grega e foi usada como base para diversas traduções da Bíblia”.
A Segunda Versão foi a “Vulgata”.
“A Vulgata é a forma latina abreviada de vulgata editio ou vulgata versio ou vulgata lectio, respectivamente "edição, tradução ou leitura de divulgação popular" - a versão mais difundida (ou mais aceita como autêntica) de um texto.
No sentido corrente, Vulgata é a tradução para o latim da Bíblia, escrita entre fins do século IV início do século V, por São Jerónimo, a pedido do bispo Dâmaso I, que foi usada pela Igreja Cristã e ainda é muito respeitada.
Nos seus primeiros séculos, a Igreja serviu-se sobretudo da língua grega.
Foi nesta língua que foi escrito todo o Novo Testamento, incluindo a Carta aos Romanos, de São Paulo, bem como muitos escritos cristãos de séculos seguintes.
No século IV, a situação já havia mudado e é então que o importante biblista São Jerónimo traduz pelo menos o Antigo Testamento para o latim e revê a Vetus Latina.
A Vulgata foi produzida para ser mais exata e mais fácil de compreender do que suas predecessoras. Foi a primeira, e por séculos a única versão da Bíblia que verteu o Velho Testamento diretamente do hebraico e não da tradução grega conhecida como Septuaginta”.

Chamo atenção para este fato que é importantíssimo:
“Jerónimo traduziu os deuterocanônicos, que traduziu do aramaico”.
“Os livros deuterocanônicos foram escritos entre Malaquias e Mateus, ou seja, numa época em que segundo o historiador judeu Flávio Josefo, cessara por completo a revelação divina”, ou seja, Deus não falava mais com o Povo Escolhido.
Quais são os Livros Deuterocanônicos?
No Antigo Testamento:
Tobias
Judite
I Macabeus e II Macabeus
Sabedoria de Salomão
Eclesiástico (também chamado Sirácide ou Ben Sirá)
Baruc (ou Baruque)

Fora os livros deuterocanônicos, podemos também encontrar fragmentos deuterocanônicos dentro de livros canônicos como:
- adições em Ester
- adições em Daniel - nomeadamente os episódios da História de Susana e de Bel e o dragão.
Novo Testamento:
- considerados deuterocanônicos pelos católicos e apócrifos por muitos grupos protestantes, os livros de Tiago, Judas, Hebreus, Apocalipse, 2 Pedro e 2 e 3 João.

PORTANTO FICA AQUI PROVADO QUE:
“São Jerônimo, Doutor da Igreja, nascido em Estridão, ca. 347 – e falecido em Belém, 30 de setembro de 420, cujo nome era  Eusébio Sofrónio (Sofrônio) Jerónimo (em latim: Eusebius Sophronius Hieronymus; em grego: Εὐσέβιος Σωφρόνιος Ἱερώνυμος) padre e apologista cristão ilírio, conhecido sobretudo como tradutor da Bíblia do grego antigo e do hebraico para o latim” não usou o aramaico na tradução que fez dos Evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João, e é neles que se encontra a verdadeira Oração do Senhor, o Pai Nosso.
“Duas versões dela ocorrem no Novo Testamento: uma no Evangelho de Mateus (Mateus 6:9-13) como parte do discurso sobre a ostentação, uma secção do Sermão do Monte; e a outra no Evangelho de Lucas (Lucas 11:2-4)”.
DESTACO QUE:
“Jesus viveu no contexto da espiritualidade judaica; nos evangelhos citam-se frequentemente os textos sagrados do judaísmo; Jesus, como judeu, estava sob a Torá. Seguramente orou as Dezoito Bênçãos, o Shema, o Avinu Malkenu (Pai nosso, Rei nosso), os Salmos, o Tehilim ("louvores" em português), entre outras muitas orações que existiam dentro do corpo religioso judaico”.
“O Pai nosso foi fundamental neste ponto. Ao separar-se do judaísmo, o cristianismo teve que ir adquirindo uma identidade própria e a principal separação da espiritualidade judaica era a oração”.
“O cristianismo teria que buscar sua própria oração, para não ser considerado uma seita do judaísmo”.
“O Pai nosso passaria a ser a principal separação que diferenciaria o povo "novo" do "velho" neste ponto da história”.
“A diferença não estava muito clara, entre os judeus e os primeiros seguidores do cristianismo”.
“Os primeiros cristãos tinham um grande respeito pela Oração dominical”.
“A Oração dominical não se ensinava a qualquer um”.
“Sua recitação constituía um privilégio que só se outorgava aos que já haviam recebido o batismo”.
“Era a última coisa que se ensinava aos catecúmenos e só na véspera de seu batismo”. “Era a maior e mais apreciada joia da fé”, ou seja, o PAI NOSSO É A JOIA DA SALVAÇÃO QUE O SENHOR JESUS NOS LEGOU COMO FILHOS DE DEUS.
POR ISSO EU ME ENCHO DA IRA SANTA FRENTE A ESTA APOSTASIA COMETIDA PELOS SEGUIDORES DESTA SEITA “FRATERNIDADE DO CORAÇÃO”, QUE É UM RAMO DA NOVA ERA, MOVIMENTO ESTE QUE TEM COMO OBJETIVO DESTRUIR O CRISTIANISMO, OS VALORES CRISTÃOS.
UMA APOSTASIA.
VADE RETRO, SATANÁS.

Do fundo do coração recito a Oração que o Senhor Jesus nos ensinou, “o Pai-Nosso”, uma "oração cristã insubstituível", "a síntese de todo o Evangelho (Tertuliano) e a oração perfeitíssima (São Tomás de Aquino)":
Pai Nosso que estás nos Céus,
santificado seja o Teu Nome,
venha a nós o Teu Reino,
seja feita a Tua vontade
assim na terra como no céu.
O pão nosso de cada dia dá-nos hoje,
perdoa as nossas ofensas
assim como nós perdoamos
a quem nos tem ofendido;
e não nos deixes cair em tentação,
mas livra-nos do Mal.
Acrescentado:
Pois Teu é o Reino, o Poder e a Glória, para sempre.
Amém

Que tiver ouvidos, ouça.
Jorge Eduardo Garcia

São Paulo 26/12/2013

JESUS DE NAZARÉ

JESUS.

Assisti ontem, 23 de dezembro, pela RAI – Rádio e Televisão Italiana, o programa “Voyager - ai confini della conoscenza” que, diga-se de passagem, é sempre muito interessante quando o foco são as pirâmides, as civilizações perdidas, etc.; contudo, ontem entraram numa seara que não é a deles: o nascimento de Jesus, meu Senhor e Salvador.
A horas tantas o apresentador perguntou: ‘Por que  Jesus nasceu em uma vila tão pequena, tão pobre, numa situação tão canhestra (a manjedoura) ...?” além outras do mesmo teor , para  logo dar as mais incríveis respostas  -- ou simplesmente não responder coisa alguma.
Fiquei estarrecido.  
Tal desconhecimento bíblico não faz sentido num programa que “sabe” de tudo sobre extraterrestres, civilizações perdidas, etc, etc, etc ...
Assisti até o fim e gostei tanto da parte sobre as descobertas arqueológicas em Jerusalém, que até me deu vontade de lá voltar.
Vamos porém ao que interessa, quanto ao nascimento de Jesus :
Isaías 7: 14:
"Portanto o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel";
Isaías 9:6:
"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o governo estará sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz";
Miqueias 5:2:
"Mas tu, Belém Efrata, posto que pequena para estar entre os milhares de Judá, de ti é que me sairá aquele que há de reinar em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade".
Tivessem aqueles redatores italianos  lido esses versículos bíblicos, o apresentador não teria feito tantas perguntas “idiotas” ao longo do programa.
Contudo, devemos nos lembrar de que o estudo bíblico não é um forte da Igreja Católica Apostólica Romana, seja na Itália, seja fora dela, o que faz com que compreendamos tanta ignorância sobre as bases da nossa Fé.
CONCLUSÃO:
É preciso ter em mente que as comemorações de hoje e de amanhã devem ser repletas de muita alegria, de muito amor, em meio a uma grande fraternidade, afinal, celebramos o nascimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, a Segunda Pessoa da Trindade, Aquele que “foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos. Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca".
Que o povo de Deus diga:
Amém....

Jorge Eduardo.
servus Dei

São Paulo, Natal 2013.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

CANTE, DANCE, SORRIA, COMO O SENHOR NOS ENSINOU. AMÉM


Hoje à noite, Shemini Atzeret e amanhã à noite Simchat Torá, dançamos com a Torá. Aparentemente, tanto o feriado e o costume parecem fora de lugar! A Torá nos foi dada em Shavuot há alguns meses. Por que comemorarmos Simchat Torá agora? Concluímos a leitura de toda a Torá e a recomeçamos novamente em Simchat Torá. Mas por que não fazer isso em Shavuot ? Além disso, por que nos alegramos em dançar com a Torá? A Torá existe para que a estudemos. Por que não nos alegramos em estudá-la a noite toda?
Quando a Torá nos foi dada pela primeira vez, Moshé as quebrou. Posteriormente, ele implorou que Hashem perdoasse o povo judeu pelo pecado do bezerro de ouro. No Yom Kippur, Hashem nos perdoou totalmente e Moshé voltou pela segunda vez com as Tábuas. Junto com estas, foi nos dada uma visão muito mais profunda da Torá. A partir deste momento, passamos a celebrar Simchat Torá quando concluímos o seu ciclo de leitura e o recomeçamos a partir de Bereshit. Na verdade, Yom Kippur deveria ser a legítima comemoração de Simchat Torá, mas como é um dia de jejum e expiação , a celebração vem logo em seguida.
A nossa conexão com D's se estabelece através da Torá em diferentes níveis. Nossas mentes estão ligadas à vontade de Hashem pelo estudo da Torá. Este é o vínculo que faz com que celebremos Simchat Torá. Alegramo-nos com todo o nosso ser que se expressa através da dança . Ao dançarmos nos tornamos todos iguais pois a essência de cada judeu é a essência da Torá.
Durante a guerra do Yom Kippur , o Rebe levantou a questão de como poderíamos nos alegrar enquanto nossos irmãos estavam em perigo? Ele explicou que estando no “tempo” da Torá, a nossa alegria traria a proteção de D's aos judeus em Israel. A alegria é sempre uma embarcação para bênçãos e proteções , seja contra o mal ou o sustento e bem-estar. Isto é especialmente verdadeiro em tempos difíceis, quando a alegria traduz a nossa expressão de fé e a esperança de que tudo ficará bem.
Neste Shabat abençoamos o mês de Cheshvan e lemos a parashá Bereshit , a narrativa da criação. Sendo este o primeiro Shabat regular do ano, e a primeira parashá da Torá e da história da criação, a forma como nos conduzimos neste Shabat nos dará a diretriz para todo o ano. Ao entrarmos neste Shabat imediatamente após os dois dias de alegria com a Torá, o fazemos com um imenso potencial para que tenhamos um ano alegre e festivo.
Chag Sameach e Shabat Shalom. 

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Este ano o Yom Kippur cai no Shabat .

Este ano o Yom Kippur cai no Shabat . O Talmud nos ensina que a santidade do Shabat aumenta o Yom Kippur e a santidade do Yom Kippur aumenta o Shabat. O Yom Kippur é referido na Torá como o "Shabat dos Shabatot ", e quando Yom Kippur cai no Shabat atinge ainda uma dimensão mais elevada .
Aparentemente, o Shabat e Yom Kippur contrastam fortemente . Shabat é um dia de descanso, um dia de alegria, um dia em que temos um prazer físico . Yom Kipur é o Dia da Expiação, nos afligimos pois expiamos os nossos pecados. Como então o Yom Kippur é o Shabat dos Shabatot ?
Shabat não é simplesmente uma oportunidade que temos para descansar. Shabat é o dia em que elevamos as nossas vidas físicas do mundano para o sagrado. No Shabat , a presença de Hashem é muito mais revelada do que durante a semana e como tal, os atos de trabalho são uma afronta à Hashem . Regozijamo-nos no Shabat porque sentimos a presença de D'us no mundo físico. Cada ato de prazer é, portanto, uma forma de alegria com D'us. No Shabat sentimos a alma do mundo .
Yom Kippur dár um passo adiante. Em Yom Kippur nos alegramos com a nossa própria alma. Em Yom Kippur a essência da alma irradia e se une com a essência de Hashem . É esta unidade que afeta a expiação, porque não pode haver nenhuma barreira entre a essência da alma e Hashem . Entregando-nos aos prazeres corporais em Yom Kippur estaríamos violando a própria natureza do dia. O jejum não é apenas auto-aflição, mas a auto elevação. Quando Yom Kippur cai no Shabat , algumas preces penitenciais são ignoradas. Isso ocorre porque nosso vínculo com Hashem é intensificado e a expiação vem diretamente de Hashem .
Que você , sua família e seus entes queridos sejam selados no livro da vida, bênçãos, paz, prosperidade , conforto e bons decretos juntamente com todo o povo judeu para uma vida boa e tranquila.
Shabat Shalom, Gmar Chatimá Tová e Tzom Kal a todos!

Acendimento das velas (RJ): 17h24
Avdalá: 18h16

Acendimento das velas (SP): 17h41
Avdalá: 18h33