http://youtu.be/s2IaFaJrmno
GRAÇAS AO BOM DEUS O BAYERN DE MUNIQUE VENCEU AOS CATALÃES DO BARCELONA, ESSES TRAIDORES DA GRANDE ESPANHA REAL E CRISTÃ.
¡Arriba España!
Leben ein CHRISTIAN und protestantischen DEUTSCHLAND
servus ad gloria Dei
Pedindo a ajuda do Espirito Santo esse blog foi criado para servir não só a Igreja de Cristo Jesus, como seu Corpo Místico, mas, também, para todas as criaturas que tem sede e fome de justiça. Jorge Eduardo Garcia. Dr. h.c. por Mérito Eclesiástico. Doutor em Teologia. Filósofo e Bacharel em Filosofia Eclesiástica. Mestre em Bíblia e Professor de Educação Cristã Historiador e escritor sacro. Blogueiro
terça-feira, 23 de abril de 2013
sábado, 20 de abril de 2013
O Seio de Cristo X a bomba do filho do Cão
O Seio de Cristo X a bomba do filho do Cão
A morte de uma
criança.
Neste bárbaro atentado de Boston foi assassinado de Martin Richard, um menino de 8 anos de idade.
Em uma das fotos mostrada na TV aparece o pequeno na grade
que separava a multidão dos corredores e logo mais atrás o terrorista islamita
Dzhokhar Tsarnaev, um filho do Cão, com seu boné branco.
A criança ria de felicidade.
Aconteceu a explosão maldita e o pequeno morreu.
Todos devemos chorar pelo fato, contudo há um grande consolo.
O consolo de que essa pequena criatura, certamente ainda sem
as mazelas do mundo, está no Seio de Cristo, na Gloria com Deus Pai.
Eu pergunto:
Existe melhor lugar para se estar?
servus Dei
abril de 2013
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Páscoa da Ressurreição- Parte V - Ultima Ceia
Jesus fala do “
Corpo e o Sangue” derramado por nos na Cruz do Calvário em meio a celebração
judaica do Pessach:
“Estando eles
comendo, tomou Jesus o pão e, tendo dado graças, partiu-o e deu-lhes, dizendo:
Tomai; este é o meu corpo.Tomando o cálice, rendeu graças, e deu-lho; e todos
beberam dele. Disse-lhes: Este é o meu sangue, o sangue da aliança, que é
derramado por muitos”.
“Estando eles
comendo, tomou Jesus o pão e, tendo dado graças, partiu-o e deu aos discípulos,
dizendo: Tomai e comei; este é o meu corpo.Tomando o cálice, rendeu graças e
deu-lho, dizendo: Bebei dele todos;porque este é o meu sangue, o sangue da aliança,
que é derramado por muitos para”.
“Tomando o pão e tendo
dado graças, partiu-o e deu aos discípulos, dizendo: Este é o meu corpo que é
dado por vós; fazei isto em
memória de mim.Depois da ceia tomou do mesmo modo o cálice, dizendo: Este
cálice é a nova aliança em meu sangue, que é derramado por vós”.
“Pois eu recebi do
Senhor, o que também vos entreguei, que o Senhor Jesus na noite em que foi
traído, tomou pão e, havendo dado graças, o partiu e disse: Este é o meu corpo
que é por vós; fazei isto em memória de mim.Do mesmo modo tomou o cálice,
depois de haver ceado, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue;
fazei isto todas as vezes que o beberdes em memória de mim”.
Para os católicos-romanos é a instituição da Eucaristia, para nos, os
protestante, fica assim melhor explicado:
“Dentro do protestantismo, cuja teologia
remonta aos princípios da reforma e são influenciados por Lutero e Calvino, são
três visões principais quanto a Eucaristia.
Nas igrejas Luteranas existe o entendimento
da Ceia do Senhor como essência ou substância do Corpo e do Sangue de Cristo e
não a transformação no mesmo. A essa forma de entendimento dá-se o nome de
"consubstanciação" ou união sacramental.
Na visão de Zuínglio, a ceia é a lembrança
do sacrifício de Cristo - essa posição é chamada de "memorialismo".
A proposta de Calvino, em oposição a Lutero
e Zuínglio, era que na ceia ocorria a presença de Jesus, não nos elementos, mas
espiritualmente e posteriormente comunicada aos comungantes. A essa forma de
entendimento dá-se o nome de "presença espiritual".
No século XVII, as igrejas batistas, em
relação à ceia, baseiam-se nos princípios disseminados por Zuínglio, assim
concebendo a Ceia apenas como um rito em que se recorda e proclama a morte de
Cristo até que Ele retorne, onde o pão e o vinho são apenas elementos que
simbolizam o corpo de Cristo. O termo usado é de "ordenança" (ou
"mandamento") ao invés de "sacramento".
Evangelicalismo:
Dentro da teologia evangelical, a Eucaristia
é chamada geralmente por "Santa Ceia" ou "ceia do Senhor",
derivando da teologia de Zuínglio. O reformador suíço doutrinava que a ceia não
podia promover efeitos espirituais, sendo apenas um símbolo e tendo como único
efeito o de lembrança”.
http://pt.wikipedia.org/
Localização:
Cenáculo
“De acordo com um tradição posterior, a
Última Ceia ocorreu num local chamado "Cenáculo" no Monte Sião, fora
das muralhas da Cidade Velha de Jerusalém. O nome se baseia na narrativa em
Marcos 14:13-15, no qual Jesus instrui dois de seus discípulos a irem até a
"cidade" para se encontrar com "um homem trazendo um cântaro de
água", que lhes levará até uma casa onde eles encontrarão um
"espaçoso cenáculo mobilado e pronto". Ali eles deverão fazer os
preparativos para a Pessach”.
Devemos todos nos, cristão,
lermos, meditarmos e divulgarmos em termos de Missões essa passagem bíblica,
pois ela é de uma grande, de uma relevante, importância para todo o povo de
Deus, para o Corpo Místico de Cristo.
servus Dei
Páscoa da Ressurreição - Parte I V
Ultima Ceia
Carl Heinrich
Bloch 9 1834-1890)
Século XIX.
Páscoa da Ressurreição
Parte I V
Diferença entre o
Pessach – Pascoa Judaica- e a Pascoa Cristã.
“A festa cristã da Páscoa tem
origem na festa judaica, mas tem um significado diferente. Enquanto para o
Judaísmo, Pessach representa a libertação do povo de Israel no Egito, no
Cristianismo a Páscoa representa a libertação de todo os que estavam separados
de Deus pelo pecado, restaurados pela morte e ressurreição de Cristo.
Assimila-se também diversos elementos alegóricos de morte e renascimento como
os representados pela transição do inverno-primavera neste período no
hemisfério norte. Simbolizado ainda no sacrifício de Isaac por Abraão, a
entrega de seu filho para Deus, em holocausto e expiação”.*
A Pascoa Crista “celebra a
ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado
em um sepulcro, onde ali permaneceu por três dias, até sua ressurreição.
Muitos costumes ligados ao
período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da
celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica, que é uma das mais
importantes festas do calendário judaico, celebrada por 8 dias e onde é
comemorado o êxodo dos israelitas do Egito, da escravidão para a liberdade. Um
ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para
a vida.
A última ceia partilhada por
Jesus Cristo e seus discípulos é narrada nos Evangelhos e é considerada,
geralmente, um “sêder do pesach” – a refeição ritual que acompanha a
festividade judaica, se nos ativermos à cronologia proposta pelos Evangelhos
sinópticos. O Evangelho de João propõe uma cronologia distinta, ao situar a
morte de Cristo por altura da hecatombe dos cordeiros do Pessach. Assim, a
última ceia da qual participou Jesus Cristo (segundo o Evangelho de Lucas
22:16) teria ocorrido um pouco antes desta mesma festividade”. *
“Tradições pagãs na
Páscoa:
“Na Páscoa, é comum
a prática de pintar ovos cozidos, decorando-os com desenhos e formas abstratas;
em grande parte dos países ainda é um costume comum, embora que em outros, os
ovos tenham sido substítuidos por ovos de chocolate. No entanto, o costume não
é citado na Bíblia e portanto, este é uma alusão a antigos rituais pagãos. A
primavera, lebres e ovos pintados com runas eram os símbolos da fertilidade e
renovação associados a deusa nórdica Gefjun”.
“A lebre (e não o
coelho) era o símbolo de Gefjun”.
“Suas sacerdotisas
eram ditas capazes de prever o futuro observando as entranhas de uma lebre
sacrificada.”.
“ A versão
“coelhinho da páscoa, que trazes pra mim?” é comercialmente mais interessante
do que “Lebre de Eostre, o que suas entranhas trazem de sorte para mim?”, que é
a versão original desta rima”.
“A lebre de Eostre pode ser vista na Lua cheia
e, portanto, era naturalmente associada à Lua e às deusas lunares da fertilidade.
Seus cultos pagãos foram absorvidos e misturados pelas comemorações
judaico-cristãs, dando início a Páscoa comemorado na maior parte do mundo
contemporâneo.
*http://pt.wikipedia.org/wiki
Páscoa da Ressurreição Parte I I I
Páscoa da Ressurreição
Parte I I I
Êxodo, capitulo 12,
versículos de 1 até 50.
Chag Matzot.
Tradição Judaica.
Chag Matzot (festa dos pães ázimos) é o nome dado aos
sete dias de comemoração após Pessach.
De acordo com a
Torá é proibido ingerir chametz durante este período.
Sete dias você comerá matzot, mas no primeiro dia manterá
a levedura fora de sua casa; porque aquele que comer pão fermentado será
cortado do povo de Israel.
O primeiro dia será uma festa, e o sétimo dia será uma
festa; nenhuma forma de trabalho será feita, exceto o trabalho que gera
alimentação.
Observe este dia de uma geração em geração para sempre.
No décimo quarto dia do primeiro mês ao por do sol comerás pão sem levedura,
até o vigésimo primeiro dia do mês à noite. (Êxodo, 12: 14-18)
E Moisés disse ao povo: Lembre-se deste dia no qual saiu
do Egito, da escravidão; pois por força de sua mão, Deus te tirou daquele
lugar, e nenhum pão fermentado será comido. Você está se libertando neste dia
do mês de Abib. Assim, quando Deus o levar para a terra dos Canaanitas, dos
Hititas, dos Amoritas, dos Hivitas, e dos Jebuseus, que Ele jurou a seus pais
lhes dar, uma terra onde flui o leite e o mel, você manterá este serviço neste
mês. Sete dias você comerá pão sem levedura, e no sétimo dia será uma festa de
homenagem a Deus. ( Êxodo 12, 3-6)
Curiosidades:
1- É costume se estudar as leis referentes a Pessach
trinta dias antes da festividade.
2- Em Israel, é fornecida farinha e outras necessidades
aos pobres para que nada lhes falte em Pessach. O dinheiro para custear tais
necessidades é originado de um imposto à comunidade.
3- Os primogênitos devem jejuar na véspera do Seder para
relembrar a salvação dos primogênitos das pragas do Egito. As sinagogas
costumam executar um Sium Massechet (término de estudo de uma Guemara), onde o
primogênito que presencie o Sium não precise realizar o jejum.
4- Os caraítas defendem que a palavra Pessach seja
utilizada apenas em referência ao sacrifício e não à festividade de Chag haMatzot.
5- Os samaritanos, que defendem a santidade do monte
Gerizim, continuam realizando os sacrifícios pertinentes à Pessach até os dias
de hoje.
6- Como não é economicamente viável jogar fora vários
chametz, como por exemplo bebidas alcoólicas derivadas de cerais e de alto
valor, como whisky, existe uma forma tradicional de venda do chametz, a Shetar
harshaá.
Matzá (em hebraico: מַצָּה), também escrito Matza,
Matzoh, Matzo, Matsah, Matsa e Matze, é um pão cracker, semelhante ao pão sem
fermento, feito de farinha branca e água. A massa é pungida em vários lugares e
não é permitido levantar-se antes ou durante o cozimento, produzindo assim um
pão sem fermento duro. É semelhante, em preparação, ao lavash do sudoeste
asiático e ao chapati indiano. Matzá é o substituto do pão durante o feriado da
Páscoa judaica, uma vez que comer chametz - pão e produtos fermentados - não é
permitido. Comer matzá na noite do seder é considerado uma mitsvá positiva, ou
seja, um mandamento. No contexto da refeição Sêder de Pessach, algumas
restrições além das proibições de chametz são para serem cumpridas para a matzá
para ser considerada "mitzva matzá", isto é, matzá que atenda aos
requisitos do mandamento positivo para comer matzá no seder.
servus Dei
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pessach
Páscoa da Ressurreição Parte I I.
Páscoa da Ressurreição
Parte I I
Êxodo, capitulo 12,
versículos de 1 até 50.
Os Judeus no Seder de Pessach
seguem essa liturgia em uma mesa preparada para a realização da Cerimonia para
relembrar “a cada geração, cada judeu deve se ver como se ele pessoalmente
tivesse saído do Egito. Pois está escrito: "Você deverá contar aos seus
filhos, neste dia, "Deus fez estes milagres para mim, quando eu saí do
Egito..."*:
“Esta é a ordem a ser seguida no Seder de
Pessach:
Kadesh (קדש - santificação) - Recitação
do kidush e a ingestão do primeiro copo de vinho.
Urchatz (ורחץ - lavagem) - Lavagem de
mãos.
Karpas (כרפס) - Mergulha-se karpas
(batata, ou outro vegetal), em água salgada. Recita-se a benção e a karpas é
comida em lembrança às lágrimas do sofrimento do povo de Israel .
Yachatz (יחץ - divisão da matzá) - A
matzá é partida ao meio e embrulha-se o pedaço maior e separando-o de lado para
o Afikoman .
Maguid (מגיד - conto) - Conta-se a
história do êxodo do Egito e sobre a instituição de Pessach.Inclui a recitação
das "Quatro perguntas" e bebe-se o segundo copo de vinho.
Rachatzá (רחצה - lavagem) - Segunda
lavagem de mãos.
Motzi Matzá (מוציא מצה)- O chefe da casa ergue os três pedaços de
matzá e faz as bençãos das matzot. As matzot são partidas e distribuídas.
Maror (מרור -raiz forte) - São comidas
as raízes fortes relembrando a escravidão e o sofrimento dos judeus no Egito.
Korech (כורך -sanduíche) - Faz-se um
sanduíche com a matzá, maror e charosset.
Shulchan Orech (שולחן עורך)- É realizada a refeição festiva.
Tzafon (צפון - escondido) - Aqui é
comida a matzá que havia sido guardada.
Barech (ברך - Bircat HaMazon) - É
recitada a benção após as refeições. Bebe-se o terceiro copo de vinho.
Halel (הלל -louvor) - Salmos e
cânticos são recitados. Bebe-se o quarto copo de vinho.
Nirtza (נירצה - ser aceito) - Alguns
cânticos são entoados e têm-se o costume de finalizar o jantar com os votos de
LeShaná HaBa'á B'Yerushalaim - "Ano que vem em Jerusalém" como
afirmação de confiança na redenção final do povo judeu.
Afikoman - Afikoman
refere-se à matzá escondida em Yachatz, comida ao final da refeição”. *
Para relembramos que a nossa
Pascoa da Ressurreição está ligada ao Pessach judaico.
servus Dei
Bíblia on-line:
Almeida Revista e Atualizada
Site: www.sbb.org.br
Páscoa da Ressurreição Parte I
Celebração de Pessach
na Ucrânia, em pintura do século 19.
Páscoa da Ressurreição
Parte I
Êxodo, capitulo 12,
versículos de 1 até 50.
Destaque para os versículos
de 21 até 24:
Chamou, pois,
Moisés todos os anciãos de Israel e lhes disse: Escolhei, e tomai cordeiros
segundo as vossas famílias, e imolai a Páscoa.
Tomai um molho de
hissopo, molhai-o no sangue que estiver na bacia e marcai a verga da porta e
suas ombreiras com o sangue que estiver na bacia; nenhum de vós saia da porta
da sua casa até pela manhã.
Porque o SENHOR
passará para ferir os egípcios; quando vir, porém, o sangue na verga da porta e
em ambas as ombreiras, passará o SENHOR aquela porta e não permitirá ao
Destruidor que entre em vossas casas, para vos ferir.
Guardai, pois, isto por estatuto para vós
outros e para vossos filhos, para sempre.
Nossa Páscoa da Ressurreição está estritamente ligada a Pessach, a festa que celebra saída dos Judeus do
Egito, da escravidão para a liberdade.
Pessach (do hebraico פסח) quer dizer “saltar por
cima” ou “ passar por sobre”.
“Esse nome surgiu em face da
tradição de que o anjo da morte, ou anjo destruidor, “passou por sobre” as casa
assinaladas com o sangue do cordeiro pascal. Essa foi a ultima das [ 10] pragas
que se tornaram necessárias para convencer o Faraó de permitir que Israel saísse
do Egito”, conforme os versículos em ‘destaque’. * (Moises e Arão ante ao
Soberano do Egito por ordem do Deus Eterno).
Pessach é a principal festa
doméstica na vida judaica e sua celebração dura por sete dias ( uma semana).
Antes de começar a Pessach
segue-se um ritual milenar e assim “Na véspera de se iniciar a comemoração, a
casa é examinada dos alicerces até o sótão à procura de algum sinal de pão
lêvedo ou de qualquer alimento que contenha fermento, e todos os traços de
fermento são removidos. Por uma semana, matzot (pão ázimo), e panquecas e
pudins feitos de ingredientes não-levedados, substituem no cardápio todas as
formas de pão”.
“O ponto culminante da
celebração da Páscoa consiste em servir-se’ Sêder de Pessach (do hebraico סדר, sêder) um jantar cerimonial, cheio de simbolismo, para
recordar a Historia do Êxodo e é realizado na primeira noite de Pessach no Estado
de Israel e na primeira e segunda noites fora de Israel, dos Judeus em Diáspora’**
A mesa é decorada com frutas e flores, a melhor louça, candelabros e outros
indícios de festa. Para os quatro goles de vinho - símbolo da alegria -
coloca-se uma taça ao lado de cada lugar”.***
Dentro do cerimonial “criança
mais nova sentada à mesa faz quatro perguntas ao pai(*). A história que o pai
relata, lendo um livro chamado Hagadá, é a narrativa familiar da escravidão no
Egito, a obstinada recusa do faraó em deixar os israelitas partirem, a corajosa
chefia de Moisés e o milagre da redenção”. ***
“Cada um dos diversos componentes da refeição contém uma
lição: o ovo cozido é símbolo da existência, a otimista afirmação de Israel da
santidade da vida. É mergulhado em água salgada para se manifestar
solidariedade com o destino amargo dos antepassados. Certa mistura de nozes e
maçãs recorda à família a argamassa usada pelos hebreus escravos na construção
de cidades para seus cruéis faraós”. ***
“Impõe o costume que se convidem hóspedes para a mesa
familiar. Além dos amigos, um estudante que esteja longe do lar, um soldado ou
um viajante afastado dos seus, serão bem-vindos. Comemora-se a festa com um
ofício especial na sinagoga: da Torá, lê-se uma vez mais a narrativa do Êxodo,
e entoam-se os Halel, salmos de louvor”. ***
“Compreende-se que ao moderno
Estado de Israel a festa de Péssach seja especialmente cara. Centenas de
milhares de seus cidadãos reviveram a escravidão egípcia em campos de
concentração e em asilos de deslocados. A nova Terra da Promissão, no próprio
solo da antiga, é uma realidade que empresta pungência e júbilo à celebração israelense
da Festa da Libertação”. ***
servus Dei.
*= Enciclopédia de Bíblia,
Teologia e Filosofia – R.N. Champlin, Phd, e J.M.Bentes- Candeia-1995
** = http://pt.wikipedia.org/wiki/Pessach
*** = Coleção Judaísmo - O Que
é um Judeu- O Significado do Pessach- Morris Kertzer- site: colecao.judaismo.tryte.com.b
Bíblia on-line:
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Site: www.sbb.org.br
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