terça-feira, 23 de abril de 2013

Leben ein CHRISTIAN und protestantischen DEUTSCHLAND

http://youtu.be/s2IaFaJrmno

GRAÇAS AO BOM DEUS O BAYERN DE MUNIQUE VENCEU AOS CATALÃES DO BARCELONA, ESSES TRAIDORES DA GRANDE ESPANHA REAL E CRISTÃ. 
¡Arriba España!
Leben ein CHRISTIAN und protestantischen DEUTSCHLAND


servus ad gloria Dei

sábado, 20 de abril de 2013

O Seio de Cristo X a bomba do filho do Cão


O Seio de Cristo X a bomba do filho do Cão

 A morte de uma criança.
Neste bárbaro atentado de Boston foi assassinado de  Martin Richard, um menino de 8  anos de idade.
Em uma das fotos mostrada na TV aparece o pequeno na grade que separava a multidão dos corredores e logo mais atrás o terrorista islamita Dzhokhar Tsarnaev, um filho do Cão, com seu boné branco.
A criança ria de felicidade.
Aconteceu a explosão maldita e o pequeno morreu.
Todos devemos chorar pelo fato, contudo há um grande consolo.
O consolo de que essa pequena criatura, certamente ainda sem as mazelas do mundo, está no Seio de Cristo, na Gloria com Deus Pai.
Eu pergunto:
Existe melhor lugar para se estar?
servus Dei
abril de 2013

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Páscoa da Ressurreição- Parte V - Ultima Ceia

Jesus fala do “ Corpo e o Sangue” derramado por nos na Cruz do Calvário em meio a celebração judaica do Pessach:
“Estando eles comendo, tomou Jesus o pão e, tendo dado graças, partiu-o e deu-lhes, dizendo: Tomai; este é o meu corpo.Tomando o cálice, rendeu graças, e deu-lho; e todos beberam dele. Disse-lhes: Este é o meu sangue, o sangue da aliança, que é derramado por muitos”.
“Estando eles comendo, tomou Jesus o pão e, tendo dado graças, partiu-o e deu aos discípulos, dizendo: Tomai e comei; este é o meu corpo.Tomando o cálice, rendeu graças e deu-lho, dizendo: Bebei dele todos;porque este é o meu sangue, o sangue da aliança, que é derramado por muitos para”.
“Tomando o pão e tendo dado graças, partiu-o e deu aos discípulos, dizendo: Este é o meu corpo que é dado por vós; fazei isto em memória de mim.Depois da ceia tomou do mesmo modo o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança em meu sangue, que é derramado por vós”.
“Pois eu recebi do Senhor, o que também vos entreguei, que o Senhor Jesus na noite em que foi traído, tomou pão e, havendo dado graças, o partiu e disse: Este é o meu corpo que é por vós; fazei isto em memória de mim.Do mesmo modo tomou o cálice, depois de haver ceado, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto todas as vezes que o beberdes em memória de mim”.

Para os católicos-romanos é a instituição da Eucaristia, para nos, os protestante, fica assim melhor explicado:
“Dentro do protestantismo, cuja teologia remonta aos princípios da reforma e são influenciados por Lutero e Calvino, são três visões principais quanto a Eucaristia.
Nas igrejas Luteranas existe o entendimento da Ceia do Senhor como essência ou substância do Corpo e do Sangue de Cristo e não a transformação no mesmo. A essa forma de entendimento dá-se o nome de "consubstanciação" ou união sacramental.
Na visão de Zuínglio, a ceia é a lembrança do sacrifício de Cristo - essa posição é chamada de "memorialismo".
A proposta de Calvino, em oposição a Lutero e Zuínglio, era que na ceia ocorria a presença de Jesus, não nos elementos, mas espiritualmente e posteriormente comunicada aos comungantes. A essa forma de entendimento dá-se o nome de "presença espiritual".
No século XVII, as igrejas batistas, em relação à ceia, baseiam-se nos princípios disseminados por Zuínglio, assim concebendo a Ceia apenas como um rito em que se recorda e proclama a morte de Cristo até que Ele retorne, onde o pão e o vinho são apenas elementos que simbolizam o corpo de Cristo. O termo usado é de "ordenança" (ou "mandamento") ao invés de "sacramento".
Evangelicalismo:
Dentro da teologia evangelical, a Eucaristia é chamada geralmente por "Santa Ceia" ou "ceia do Senhor", derivando da teologia de Zuínglio. O reformador suíço doutrinava que a ceia não podia promover efeitos espirituais, sendo apenas um símbolo e tendo como único efeito o de lembrança”.
http://pt.wikipedia.org/
Localização: Cenáculo
“De acordo com um tradição posterior, a Última Ceia ocorreu num local chamado "Cenáculo" no Monte Sião, fora das muralhas da Cidade Velha de Jerusalém. O nome se baseia na narrativa em Marcos 14:13-15, no qual Jesus instrui dois de seus discípulos a irem até a "cidade" para se encontrar com "um homem trazendo um cântaro de água", que lhes levará até uma casa onde eles encontrarão um "espaçoso cenáculo mobilado e pronto". Ali eles deverão fazer os preparativos para a Pessach”.

Devemos todos nos, cristão, lermos, meditarmos e divulgarmos em termos de Missões essa passagem bíblica, pois ela é de uma grande, de uma relevante, importância para todo o povo de Deus, para o Corpo Místico de Cristo.

servus Dei


Páscoa da Ressurreição - Parte I V


Ultima Ceia
Carl Heinrich Bloch 9 1834-1890)
Século XIX.

Páscoa da Ressurreição
Parte I V

Diferença entre o Pessach – Pascoa Judaica- e a Pascoa Cristã.

“A festa cristã da Páscoa tem origem na festa judaica, mas tem um significado diferente. Enquanto para o Judaísmo, Pessach representa a libertação do povo de Israel no Egito, no Cristianismo a Páscoa representa a libertação de todo os que estavam separados de Deus pelo pecado, restaurados pela morte e ressurreição de Cristo. Assimila-se também diversos elementos alegóricos de morte e renascimento como os representados pela transição do inverno-primavera neste período no hemisfério norte. Simbolizado ainda no sacrifício de Isaac por Abraão, a entrega de seu filho para Deus, em holocausto e expiação”.*
A Pascoa Crista “celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu por três dias, até sua ressurreição.
Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica, que é uma das mais importantes festas do calendário judaico, celebrada por 8 dias e onde é comemorado o êxodo dos israelitas do Egito, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.
A última ceia partilhada por Jesus Cristo e seus discípulos é narrada nos Evangelhos e é considerada, geralmente, um “sêder do pesach” – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica, se nos ativermos à cronologia proposta pelos Evangelhos sinópticos. O Evangelho de João propõe uma cronologia distinta, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe dos cordeiros do Pessach. Assim, a última ceia da qual participou Jesus Cristo (segundo o Evangelho de Lucas 22:16) teria ocorrido um pouco antes desta mesma festividade”. *
“Tradições pagãs na Páscoa:
“Na Páscoa, é comum a prática de pintar ovos cozidos, decorando-os com desenhos e formas abstratas; em grande parte dos países ainda é um costume comum, embora que em outros, os ovos tenham sido substítuidos por ovos de chocolate. No entanto, o costume não é citado na Bíblia e portanto, este é uma alusão a antigos rituais pagãos. A primavera, lebres e ovos pintados com runas eram os símbolos da fertilidade e renovação associados a deusa nórdica Gefjun”.
“A lebre (e não o coelho) era o símbolo de Gefjun”.
“Suas sacerdotisas eram ditas capazes de prever o futuro observando as entranhas de uma lebre sacrificada.”.
“ A versão “coelhinho da páscoa, que trazes pra mim?” é comercialmente mais interessante do que “Lebre de Eostre, o que suas entranhas trazem de sorte para mim?”, que é a versão original desta rima”.
“A lebre de Eostre pode ser vista na Lua cheia e, portanto, era naturalmente associada à Lua e às deusas lunares da fertilidade. Seus cultos pagãos foram absorvidos e misturados pelas comemorações judaico-cristãs, dando início a Páscoa comemorado na maior parte do mundo contemporâneo.


servus Dei


*http://pt.wikipedia.org/wiki

Páscoa da Ressurreição Parte I I I

Páscoa da Ressurreição
Parte I I I
Êxodo, capitulo 12, versículos de 1 até 50.
Chag Matzot.
Tradição Judaica.

Chag Matzot (festa dos pães ázimos) é o nome dado aos sete dias de comemoração após Pessach.
 De acordo com a Torá é proibido ingerir chametz durante este período.
Sete dias você comerá matzot, mas no primeiro dia manterá a levedura fora de sua casa; porque aquele que comer pão fermentado será cortado do povo de Israel.
O primeiro dia será uma festa, e o sétimo dia será uma festa; nenhuma forma de trabalho será feita, exceto o trabalho que gera alimentação.
Observe este dia de uma geração em geração para sempre. No décimo quarto dia do primeiro mês ao por do sol comerás pão sem levedura, até o vigésimo primeiro dia do mês à noite. (Êxodo, 12: 14-18)
E Moisés disse ao povo: Lembre-se deste dia no qual saiu do Egito, da escravidão; pois por força de sua mão, Deus te tirou daquele lugar, e nenhum pão fermentado será comido. Você está se libertando neste dia do mês de Abib. Assim, quando Deus o levar para a terra dos Canaanitas, dos Hititas, dos Amoritas, dos Hivitas, e dos Jebuseus, que Ele jurou a seus pais lhes dar, uma terra onde flui o leite e o mel, você manterá este serviço neste mês. Sete dias você comerá pão sem levedura, e no sétimo dia será uma festa de homenagem a Deus. ( Êxodo 12, 3-6)
Curiosidades:
1- É costume se estudar as leis referentes a Pessach trinta dias antes da festividade.
2- Em Israel, é fornecida farinha e outras necessidades aos pobres para que nada lhes falte em Pessach. O dinheiro para custear tais necessidades é originado de um imposto à comunidade.
3- Os primogênitos devem jejuar na véspera do Seder para relembrar a salvação dos primogênitos das pragas do Egito. As sinagogas costumam executar um Sium Massechet (término de estudo de uma Guemara), onde o primogênito que presencie o Sium não precise realizar o jejum.
4- Os caraítas defendem que a palavra Pessach seja utilizada apenas em referência ao sacrifício e não à festividade de Chag haMatzot.
5- Os samaritanos, que defendem a santidade do monte Gerizim, continuam realizando os sacrifícios pertinentes à Pessach até os dias de hoje.
6- Como não é economicamente viável jogar fora vários chametz, como por exemplo bebidas alcoólicas derivadas de cerais e de alto valor, como whisky, existe uma forma tradicional de venda do chametz, a Shetar harshaá.


Matzá (em hebraico: מַצָּה), também escrito Matza, Matzoh, Matzo, Matsah, Matsa e Matze, é um pão cracker, semelhante ao pão sem fermento, feito de farinha branca e água. A massa é pungida em vários lugares e não é permitido levantar-se antes ou durante o cozimento, produzindo assim um pão sem fermento duro. É semelhante, em preparação, ao lavash do sudoeste asiático e ao chapati indiano. Matzá é o substituto do pão durante o feriado da Páscoa judaica, uma vez que comer chametz - pão e produtos fermentados - não é permitido. Comer matzá na noite do seder é considerado uma mitsvá positiva, ou seja, um mandamento. No contexto da refeição Sêder de Pessach, algumas restrições além das proibições de chametz são para serem cumpridas para a matzá para ser considerada "mitzva matzá", isto é, matzá que atenda aos requisitos do mandamento positivo para comer matzá no seder.

servus Dei

http://pt.wikipedia.org/wiki/Pessach


Páscoa da Ressurreição Parte I I.

Páscoa da Ressurreição
Parte I I
Êxodo, capitulo 12, versículos de 1 até 50.

Os Judeus no Seder de Pessach seguem essa liturgia em uma mesa preparada para a realização da Cerimonia para relembrar “a cada geração, cada judeu deve se ver como se ele pessoalmente tivesse saído do Egito. Pois está escrito: "Você deverá contar aos seus filhos, neste dia, "Deus fez estes milagres para mim, quando eu saí do Egito..."*:
 “Esta é a ordem a ser seguida no Seder de Pessach:
Kadesh (קדש - santificação) - Recitação do kidush e a ingestão do primeiro copo de vinho.
Urchatz (ורחץ - lavagem) - Lavagem de mãos.
Karpas (כרפס) - Mergulha-se karpas (batata, ou outro vegetal), em água salgada. Recita-se a benção e a karpas é comida em lembrança às lágrimas do sofrimento do povo de Israel .
Yachatz (יחץ - divisão da matzá) - A matzá é partida ao meio e embrulha-se o pedaço maior e separando-o de lado para o Afikoman .
Maguid (מגיד - conto) - Conta-se a história do êxodo do Egito e sobre a instituição de Pessach.Inclui a recitação das "Quatro perguntas" e bebe-se o segundo copo de vinho.
Rachatzá (רחצה - lavagem) - Segunda lavagem de mãos.
Motzi Matzá (מוציא מצה)- O chefe da casa ergue os três pedaços de matzá e faz as bençãos das matzot. As matzot são partidas e distribuídas.
Maror (מרור -raiz forte) - São comidas as raízes fortes relembrando a escravidão e o sofrimento dos judeus no Egito.
Korech (כורך -sanduíche) - Faz-se um sanduíche com a matzá, maror e charosset.
Shulchan Orech (שולחן עורך)- É realizada a refeição festiva.
Tzafon (צפון - escondido) - Aqui é comida a matzá que havia sido guardada.
Barech (ברך - Bircat HaMazon) - É recitada a benção após as refeições. Bebe-se o terceiro copo de vinho.
Halel (הלל -louvor) - Salmos e cânticos são recitados. Bebe-se o quarto copo de vinho.
Nirtza (נירצה - ser aceito) - Alguns cânticos são entoados e têm-se o costume de finalizar o jantar com os votos de LeShaná HaBa'á B'Yerushalaim - "Ano que vem em Jerusalém" como afirmação de confiança na redenção final do povo judeu.
Afikoman - Afikoman refere-se à matzá escondida em Yachatz, comida ao final da refeição”. *

Para relembramos que a nossa Pascoa da Ressurreição está ligada ao Pessach judaico.

servus Dei

Bíblia on-line:
Almeida Revista e Atualizada
Site: www.sbb.org.br





Páscoa da Ressurreição Parte I

Celebração de Pessach na Ucrânia, em pintura do século 19.

Páscoa da Ressurreição
Parte I
Êxodo, capitulo 12, versículos de 1 até 50.
Destaque para os versículos de 21 até 24:

Chamou, pois, Moisés todos os anciãos de Israel e lhes disse: Escolhei, e tomai cordeiros segundo as vossas famílias, e imolai a Páscoa.
Tomai um molho de hissopo, molhai-o no sangue que estiver na bacia e marcai a verga da porta e suas ombreiras com o sangue que estiver na bacia; nenhum de vós saia da porta da sua casa até pela manhã.
Porque o SENHOR passará para ferir os egípcios; quando vir, porém, o sangue na verga da porta e em ambas as ombreiras, passará o SENHOR aquela porta e não permitirá ao Destruidor que entre em vossas casas, para vos ferir.
 Guardai, pois, isto por estatuto para vós outros e para vossos filhos, para sempre.


Nossa Páscoa da Ressurreição está estritamente ligada a Pessach, a festa que celebra saída dos Judeus do Egito, da escravidão para a liberdade.
Pessach (do hebraico פסח) quer dizer “saltar por cima” ou “ passar por sobre”.
“Esse nome surgiu em face da tradição de que o anjo da morte, ou anjo destruidor, “passou por sobre” as casa assinaladas com o sangue do cordeiro pascal. Essa foi a ultima das [ 10] pragas que se tornaram necessárias para convencer o Faraó de permitir que Israel saísse do Egito”, conforme os versículos em ‘destaque’. * (Moises e Arão ante ao Soberano do Egito por ordem do Deus Eterno).
Pessach é a principal festa doméstica na vida judaica e sua celebração dura por sete dias ( uma semana).
Antes de começar a Pessach segue-se um ritual milenar e assim “Na véspera de se iniciar a comemoração, a casa é examinada dos alicerces até o sótão à procura de algum sinal de pão lêvedo ou de qualquer alimento que contenha fermento, e todos os traços de fermento são removidos. Por uma semana, matzot (pão ázimo), e panquecas e pudins feitos de ingredientes não-levedados, substituem no cardápio todas as formas de pão”.
“O ponto culminante da celebração da Páscoa consiste em servir-se’ Sêder de Pessach (do hebraico סדר, sêder)  um jantar cerimonial, cheio de simbolismo, para recordar a Historia do Êxodo e é realizado na primeira noite de Pessach no Estado de Israel e na primeira e segunda noites fora de Israel, dos Judeus em Diáspora’** A mesa é decorada com frutas e flores, a melhor louça, candelabros e outros indícios de festa. Para os quatro goles de vinho - símbolo da alegria - coloca-se uma taça ao lado de cada lugar”.***
Dentro do cerimonial “criança mais nova sentada à mesa faz quatro perguntas ao pai(*). A história que o pai relata, lendo um livro chamado Hagadá, é a narrativa familiar da escravidão no Egito, a obstinada recusa do faraó em deixar os israelitas partirem, a corajosa chefia de Moisés e o milagre da redenção”. ***
“Cada um dos diversos componentes da refeição contém uma lição: o ovo cozido é símbolo da existência, a otimista afirmação de Israel da santidade da vida. É mergulhado em água salgada para se manifestar solidariedade com o destino amargo dos antepassados. Certa mistura de nozes e maçãs recorda à família a argamassa usada pelos hebreus escravos na construção de cidades para seus cruéis faraós”. ***
“Impõe o costume que se convidem hóspedes para a mesa familiar. Além dos amigos, um estudante que esteja longe do lar, um soldado ou um viajante afastado dos seus, serão bem-vindos. Comemora-se a festa com um ofício especial na sinagoga: da Torá, lê-se uma vez mais a narrativa do Êxodo, e entoam-se os Halel, salmos de louvor”. ***
“Compreende-se que ao moderno Estado de Israel a festa de Péssach seja especialmente cara. Centenas de milhares de seus cidadãos reviveram a escravidão egípcia em campos de concentração e em asilos de deslocados. A nova Terra da Promissão, no próprio solo da antiga, é uma realidade que empresta pungência e júbilo à celebração israelense da Festa da Libertação”. ***

servus Dei.


*= Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia – R.N. Champlin, Phd, e J.M.Bentes- Candeia-1995
** =  http://pt.wikipedia.org/wiki/Pessach
*** = Coleção Judaísmo - O Que é um Judeu- O Significado do Pessach- Morris Kertzer- site: colecao.judaismo.tryte.com.b

Bíblia on-line:
Almeida Revista e Atualizada
Site: www.sbb.org.br